Bom dia!
No último texto, Arejando as saias, dei conta de algumas das peripécias por que passei para lhes oferecer O pisco. As minhas hesitações na escolha do texto, primeiro, e na escolha das palavras certas e finais, depois, poderiam indiciar um caso clínico grave, mas dizem-me que não. E eu vou confiar.
Disse, noutro lugar, que esse texto, Arejando as saias, era quase um pedir desculpas pelos dois primeiros textos de Sete Peles Sete Saias. Estavam ambos à espera do esquecimento ou de uma roupagem mais a preceito. Foram descobertos assim como estão, e assim vão ficar. Até ver.
O título, Arejando as saias, prende-se com duas características minhas: obedecer a quem manda, e alguém atrevido me mandou arejar as saias, muito embora eu seja mais de peles; e não ser capaz de abandonar sem dor a peregrinação da pele na sedução da saia, pelo que retomo, arejando, as Sete Peles Sete Saias, não obstante os protestos do tempo. E até porque, ficando nelas os dois prematuros textos que já referi, elas teriam de ficar também.